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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Só sei uma coisa: vou conseguir

 
As vezes vemos pessoas a afundarem-se na solidão, na depressão, no desespero, na falta de objectivos. As vezes vemos pessoas a deixarem de ser quem foram sem darem por isso. As vezes vemos pessoas importantes, realmente importantes tristes. Neste momento vejo um amigo através destes filtros. Não sei bem como o vou trazer de volta, só sei uma coisa: vou conseguir porque os amigos valem a pena, e este vale tudo.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012


"Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo. Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar."
 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O jogo

[sempre]

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


Ai admito, ultimamente o meu estado de espírito não tem estado fácil, tenho estado completamente insuportável. Quero fazer uma coisa e faço outra, quero dizer uma coisa e digo outra, quero uma coisa e tenho outra. Chego ao ponto de me aborrecer comigo própria, de ter vontade de gritar para mim, de  e de e de [...]

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

[ talvez, nem saiba bem o que quero dizer]

     
 Sempre achei que era diferente do que sou, a vida faz com que nos vamos descobrindo e conhecendo. Ninguém pode dizer que se conhece, a vida, as situações, as pessoas fazem as coisas mudarem e nos mudamos com ela. Por isso, senti coisas que nunca pensei sentir, fiz coisas que nunca pensei fazer. As vezes sinto-me estranha dentro de um corpo que se diz ser meu, não me conheço.
      Sinto-me perdida, exigo muito dos outros quando gosto delas porque também dou tudo o que posso a essas mesmas pessoas. Mas quando os outros me dão tudo e eu acho que dou tão pouco perto do que podia dar....
[...]
Talvez o meu problema seja, não quer magoar as pessoas, e no meio disto tudo esquecer-me que quem se magoa sou eu.... porque não falo, porque penso não sentir, porque e porque e porque.... O problema é meu. apenas meu, mas não consigo sentir e ver as coisas de maneira diferente. Sou assim... [in]felizmente.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

...o que queria ser continuo a não ser...


Como aspirei ser diferente do que sou hoje, como pensei que tudo seria diferente. Se escolhi mal os passos que dei? acho que não, eram necessários para alcançar um futuro, que não sei se quero que o seja. Sinto lágrimas quentes a correr pela cara... serão lágrimas de tristeza? nem sei, talvez sejam apenas lágrimas... Deveria partir à luta [...] e que faço eu? nada, simplesmente nada... espero apenas que as lágrimas deixem de correr e achar que o destino ditou que as coisas assim fossem... apenas isso. Como queria ser diferente... queria ser tudo o que não sou... mas e depois de ser o que não sou, o que seria eu? E no meio destas quase palavras o tempo passa, a musica acaba, as lágrimas continuam a correr, e nada muda... o que queria ser continuo a não ser...